Se ninguém fala…

 

Para que serve um político? Fiz essa pergunta a cinquenta pessoas e a primeira resposta que recebi foi “para nada” seguida de uma série de adjetivos impublicáveis. Fui obrigado a concordar com todos justamente porque penso e creio que está mais do que comprovado que político não serve para nada mesmo. Aliás, serve sim. Se você quiser ser roubado, eleja um político.

Tem político para todos os gostos… Todos com algo em comum: falam com desenvoltura em público, são eloquentes e convincentes, fruto de muito “media training” que tem um único objetivo: enriquecer ilicitamente. Você conhece algum político pobre? Nem eu. Mas nem na mais remota cidade ou município do país existe político que não cometa atos ilícitos em benefício próprio e em prejuízo da sociedade. São verdadeiras excrescências que assolam o Brasil atualmente. Sabemos que em nenhum país do mundo existe a corrupção zero, porém aqui conseguiram praticar a corrupção 100 e continuam… De nada adiantam as provas documentais, gravadas, fotografadas e o escambau. Sempre negam covardemente e ainda peitam a lei já que estão acima da própria. Dá nojo quando aparece um partido qualquer na TV ou no rádio e vêm os políticos propondo soluções para todos os problemas na maior cara de pau. Dá nojo olhar bem nos olhos de um canalha e saber que está mentindo descaradamente. Se acham os salvadores do povo. Mentem, mentem, mentem e todos são inocentes, verdadeiros anjos.

Para nós, o carnaval já passou, mas para esses bandidos é carnaval o ano todo. A folia com o dinheiro público não tem dia nem hora. A cada momento um novo golpe é descoberto. Mudam até as leis para se protegerem da justiça, ou seja, não tem mais fim tudo isso. Mas há de chegar o momento em que os políticos se lembrarão da queda do muro de Berlim pelas mãos do povo. Hão de lembrar-se também que em um país culto e civilizado, no velho mundo, houve uma grande queda que mudou a cabeça dos políticos. Aliás, alguns a perderam. E se lembrarão com muito respeito do povo que promoveu a nova queda de Brasi… ops, da Bastilha.

Sinval Lima.

 

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